Fala galera. Estive fora por um bom tempo. Trabalhando agora em SP os vôos tem sido cada vez menos freqüentes. Mas enfim voltei ao blog para dar um Up.
Irei postar aventuras que acontecerem nesse intervalo, alguns vôos “quase” recentes e projetos futuros. Depois do meu ultimo voo em Nova Iguaçu-RJ (Serra do Vulcão) fiquei empolgado novamente e me pego a pensar como pude ficar tanto tempo longe desse céu.
Abraço a todos e vamos tirar o pé do chão.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Paulistas em Nova Iguaçu
Ultimo feriadão estive no Rio e levei um casal de amigos de Atibaia-SP para conhecer a cidade maravilhosa. No roteiro estava um voo duplo que prometi que devido ao vento Norte teve que ser realizado em Nova Iguaçu. O piloto escalado para esse duplo foi o João Cabral e logo cedo fomos para sua casa buscá-lo.
Na subida da Serra aquela adrenalina de sempre. A informação que tínhamos é que estava cheio de pilotos esperando a condição arredondar para decolar. Mas quando chegamos muitos já haviam decolado e realmente o vento ajudou bastante. Norte de frente e algumas térmicas na cara da rampa.
Enquanto eu ainda terminava de montar a minha Asa o João já estava treinando a Roberta para a decolagem. Na rampa para a decolagem a passageira ficou um “pouco” nervosa, mas a galera da bagunça, sempre presente nas rampas, deu aquela força para encorajar.
Vento de frente, 1,2,3: “-Corre, corre, corre!!!”. Decolagem perfeita, pena que as térmicas não ajudaram a ganhar altura. Deu para ouvir os gritos da Roberta de longe. rs....
Chegou a minha vez, e como é de costume a condição ficou ruim. Hahaha... Chá de rampa por uns 10 minutos até desprender uma térmica e a urubuzada apareceu em massa. “-Essa é a minha chance”. Decolagem e o variômetro já começou a cantar como louco. 1440m e vento lisinho. Pensei em fazer uma tirada para a pedra branca, mas como estou muito tempo sem voar resolvi dar um role mesmo por Iguaçu city e Mendanha. Voo de 1 hora e parti para o pouso saindo da torre do Mendanha direto para o Caldo de cana e depois para a Fazenda (descobri que eles haviam pousado lá). Pouso sem vento, mas tranqüilo com a ajuda do pára-quedas de arrasto.
Na subida da Serra aquela adrenalina de sempre. A informação que tínhamos é que estava cheio de pilotos esperando a condição arredondar para decolar. Mas quando chegamos muitos já haviam decolado e realmente o vento ajudou bastante. Norte de frente e algumas térmicas na cara da rampa.
Enquanto eu ainda terminava de montar a minha Asa o João já estava treinando a Roberta para a decolagem. Na rampa para a decolagem a passageira ficou um “pouco” nervosa, mas a galera da bagunça, sempre presente nas rampas, deu aquela força para encorajar.
Vento de frente, 1,2,3: “-Corre, corre, corre!!!”. Decolagem perfeita, pena que as térmicas não ajudaram a ganhar altura. Deu para ouvir os gritos da Roberta de longe. rs....
Chegou a minha vez, e como é de costume a condição ficou ruim. Hahaha... Chá de rampa por uns 10 minutos até desprender uma térmica e a urubuzada apareceu em massa. “-Essa é a minha chance”. Decolagem e o variômetro já começou a cantar como louco. 1440m e vento lisinho. Pensei em fazer uma tirada para a pedra branca, mas como estou muito tempo sem voar resolvi dar um role mesmo por Iguaçu city e Mendanha. Voo de 1 hora e parti para o pouso saindo da torre do Mendanha direto para o Caldo de cana e depois para a Fazenda (descobri que eles haviam pousado lá). Pouso sem vento, mas tranqüilo com a ajuda do pára-quedas de arrasto.
Da esquerda para direita: João Cabral, eu, Raquel, Roberta (SP) e Rodrigo (SP).
Montando a aeronave.
Olha a cara do Corujinha. Pouso da fazenda, Nova Iguaçu - RJ
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